Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha

Trajeto de 23 quilômetros é percorrido em uma hora e meia, com vagões de passageiros puxados por locomotivas movidas à força do vapor d’água. A imersão num passado não muito distante inclui música italiana, ritmos gaúchos e degustação de espumante, queijo, suco de uva e vinho.

 

Passeio de Maria Fumaça recorda auge das ferrovias no Brasil

 

A beleza do Passeio de Maria Fumaça — ou Trem da Uva, ou Trem do Vinho —, entre a Cidade de Carlos Barbosa e a Cidade de Bento Gonçalves, pela Serra Gaúcha, região de montanhas a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, reavivou lembrança interessante.

Trata-se da mais famosa Teoria da Conspiração usada para explicar a falência do transporte ferroviário no Brasil — repercutida por 10 entre 10 articulistas, comentaristas, jornalistas e outros istas mais ao produzirem artigos, análises ou matérias sobre esse importante tema.

Aquela, demonstrando por A mais B, tratar-se de um complô da indústria automobilística internacional, notadamente Estados Unidos de América, dirigido para cá principalmente após a instalação de montadoras estrangeiras no País, no Governo Juscelino Kubitschek.

Não é verdade! Além da derrocada ter começado pelo menos 20 anos antes, qual a razão de um sistema funcionar relativamente por cinco décadas e, em pouco tempo, ir à bancarrota? A resposta é simples e serve, também, para outras coisas dando errado no País: estatização.

 

Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha
Uma Teoria da Conspiração explica a falência do transporte ferroviário no Brasil como resultado de complô da indústria automobilística internacional — principalmente a dos Estados Unidos da América — durante o Governo Juscelino Kubitschek

 

Passeio de Maria Fumaça tem a ver com investimentos belgas

 

As ferrovias começaram a surgir em território brasileiro a partir dos anos 1800. Na maior parte, capital e tecnologia tinham origens inglesas. Vinham sozinhos ou em sociedade com investidores locais, como, por exemplo, Irineu Evangelista de Souza, nosso Barão de Mauá.

Não pode ser esquecido o norte-americano Percival Farquar, com interesses em companhias pelo Sudeste da Nação. A Estrada de Ferro Vitória a Minas é uma delas; outra, a Estrada de Ferro Madeira-Mamoré, construção épica em meio às dificuldades da Floresta Amazônica.

Os belgas também marcaram presença neste setor. A linha sobre a qual corre o Passeio da Maria Fumaça é exemplo, construída e operada pela Compagnie Auxiliaire des Chemins de Fer ao Brésil — apesar de origem europeia, controlada pelo empresário Percival Farquar.

Esses investimentos ocorriam em sistema de concessão, com duração de 50 anos. Ao final do período, o patrimônio físico — estações, armazéns, pontes, trilhos, locomotivas, vagões, oficinas etc. — passava a domínio estadual ou federal. Isso acontece a partir dos anos 1930.

 

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Lançamento da Estrada de Ferro Mauá, dia 30 de abril de 1854, na localidade de Fragoso, na Cidade de Magé, Centro-Leste do Estado do Rio de Janeiro, investimento do Barão de Mauá associado a capitais ingleses. A solenidade contou com a presença de Dom Pedro II

 

Passeio de Maria Fumaça e Viação Férrea do Rio Grande do Sul

 

Então, em vez de apenas assumir as instalações, lançando editais para novas concessões, o nacionalismo bocó falou mais alto. Assim, Estados e União tornam-se proprietários de um grande número de empresas e engordam a máquina pública com milhares de funcionários.

A Compagnie Auxiliaire des Chemins de Fer ao Brésil foi encampada pelo Governo do Estado do Rio Grande do Sul bem antes, em 1920, surgindo a Viação Férrea do Rio Grande do Sul. Uma curiosidade: seu primeiro presidente foi o deputado federal Augusto Pestana.

Ele liderou o movimento da encampação, criticando a empresa por falta de investimentos e prestação de serviços sofrível. Isso acontecia justamente pela insegurança jurídica gerada pela possível perda da concessão, com acionistas evitando perder seu capital por completo.

Com os empregados tornando-se funcionários públicos, aquelas empresas privadas, em sua maioria funcionando bem, inclusive dando lucros, viraram companhias estatais ineficientes, destacando-se manutenção inadequada, sucateamento acelerado, horários desrespeitados…

 

Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha
À esquerda, malha da Viação Férrea do Rio Grande do Sul, em 1925. O Passeio de Maria Fumaça ocorre na região próxima à Cidade de Caxias do Sul. À direita, imagem do trem Minuano, fabricado pela alemã MAN e introduzido nas ferrovias gaúchas em 1954

 

Passeio de Maria Fumaça e Rede Ferroviária Federal

 

Se, em meio século de inciativa privada, atenderam com eficiência e qualidade, tornando-se patrimônio do Estado viraram cabides-de-empregos, geridas por indicados políticos poucos preocupados com excelência dos serviços. Esses, decaindo ano a ano, afastaram negócios.

Os clientes, não podendo ficar reféns da falta de responsabilidade no manuseio das cargas e não cumprimento de prazos de entrega, trocaram o transporte ferroviário pelo rodoviário. O movimento de trens reduzido levou à desativação de ramais e falência completa do sistema.

Não demorou muito, o conjunto apresentou sinais de debacle. Mas, como é comum na área governamental brasileira, em vez de vender tudo o mais rápido possível, reuniram todos os elefantes brancos em dois novos paquidermes — com nomes pomposos, fique bem claro!

O Estado de São Paulo, pelo seu potencial econômico, criou a Ferrovia Paulista —Fepasa. O restante passou a integrar a Rede Ferroviária Federal — RFFSA. As duas tornaram-se grandes ralos para recursos do Erário, principalmente por investimentos sem resultados.

Durante o Governo Fernando Henrique Cardoso, quando a Rede Ferroviária Federal teve a parte boa entregue por concessões a operadores privados e a ruim incluída num processo de extinção, até agora não concluído, gerava um prejuízo de US$ 1 milhão de dólares por dia.

Ou seja: na cotação do momento no qual este texto está sendo construído, algo próximo a R$ 4 milhões de reais — R$ 120 milhões a cada mês; R$ 1,5 bilhão a cada ano. Incrível haver ainda agora pessoas desconhecedoras dessa realidade criticando o fim dessa sangria.

 

Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha
Outro bom símbolo para a decadência da gestão pública no sistema ferroviário brasileiro são as sucatas de locomotivas da Ferrovia Paulista — Fepasa abandonadas pelos amplos espaços do Museu Ferroviário da Cidade de Jundiaí, no Centro do Estado de São Paulo

 

Passeio de Maria Fumaça e Estação de Santa Luíza

 

Mas, voltando ao Passeio da Maria Fumaça, sua origem pode ser atribuída à inauguração da Estação de Santa Luíza — a atual Estação da Cidade de Carlos Barbosa —, em 1909. Dali, um ramal integraria a Cidade de Garibaldi e a Cidade de Bento Gonçalves a todo o sistema.

Este só ficou pronto em 1919. Ou seja: o transporte de pessoas e o escoamento da produção estavam a cargo de solução fadada ao fracasso. O primeiro sobreviveu até metade dos anos 1970; o segundo, até metade dos anos 1990 — mas ao custo de subsídios governamentais.

Antes do encerramento das operações por completo, em 1978, a Rede Ferroviária Federal queimou mais dinheiro público, criando um passeio de cunho turístico. Nascia o Trem da Uva, ou Trem do Vinho, referência ao Vale dos Vinhedos, região cruzada pela composição.

O trajeto, um pouco mais extenso, partia da Estação da Cidade de Carlos Barbosa, passava pela Cidade de Garibaldi, Cidade de Bento Gonçalves e terminava na Cidade de Jaboticaba. Gerido por funcionários públicos, não tinha como dar certo e sua operação foi paralisada.

 

Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha
Em 1978, a Rede Ferroviária Federal queimou mais dinheiro público, criando um passeio de ferroviário. Assim, nasceu o Trem da Uva, ou Trem do Vinho, referência ao Vale dos Vinhedos, região cruzada pela composição. O serviço é hoje o Passeio de Maria Fumaça

 

Passeio de Maria Fumaça é sucesso com a Giordani Turismo

 

Apesar do fracasso inicial, como uma boa ideia, renasceu pelas mãos de empreendedores privados da Cidade de Bento Gonçalves. Assim, em 17 de novembro de 1992, nascia a Giordani Turismo, sob o propósito específico de viabilizar o Passeio de Maria Fumaça.

O início foi sofrido, pois a manutenção dos equipamentos era realizada em parceria com a Rede Ferroviária Federal. Processo cheio de entraves burocráticos, sempre prejudicava o atendimento de primeira merecido pelos turistas — cujo movimento crescia a olhos vistos.

O sofrimento durou bastante, mas teve ponto final. Com a privatização da Rede Ferroviária Federal, a Giordani Turismo livrou-se das amarras. E passou a cuidar de toda a manutenção e conservação de equipamentos, estações, ferrovias, locomotivas, prédios e terrenos afins.

O serviço cresceu em número de viagens, ganhou reconhecimento nacional e fama por todo o planeta. Os momentos de retorno a um passado não tão distante oferecido pelo Passeio de Maria Fumaça tornou-se uma das maiores atrações do turismo vivenciado na Serra Gaúcha.

 

Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha
Com a privatização da Rede Ferroviária Federal, a Giordani Turismo responsabilizou-se por toda a manutenção e conservação de equipamentos, estações, ferrovias, locomotivas, prédios e terrenos afins. Assim, o Passeio de Maria Fumaça projetou-se mundialmente

 

Passeio de Maria Fumaça e suas locomotivas Mikado e Yung

 

Durante uma hora e maia, percorrendo 23 quilômetros de trilhos, cruzando por áreas de belezas ímpares, os participantes ainda são brindados com momentos de música italiana e ritmos gaúchos, além de degustações de queijo, espumante, suco de uva e vinhos regionais.

As composições de seis vagões de passageiros completamente restaurados são tracionadas por locomotivas movidas à força de vapor. São dois raríssimos exemplares em operação no mundo — uma outra é mantida em exposição permanente na Estação de Bento Gonçalves.

A Mikado 156, a mais antiga, foi fabricada nos Estados Unidos da América, ficando pronta em 1941. Importada, puxou vagões de carga e de passageiros para a Estrada de Ferro Dona Teresa Cristina, atendendo diversas cidades no Litoral Sudeste do Estado de Santa Catarina.

A Yung 4, a mais nova, foi fabricada na Alemanha, ficando pronta em 1954. Veio para o Brasil comprada pela Companhia Siderúrgica Nacional — CSN. Puxou vagões carregados de carvão mineral extraído das jazidas situadas no Centro-Sul do Estado de Santa Catarina.

 

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A locomotiva a vapor mundialmente conhecida por Mikado, como a 156 do Passeio de Maria Fumaça, recebeu esse nome porque foi criada a partir de encomenda especial das ferrovias do Japão — após a Segunda Guerra Mundial, foi rebatizada como MacArthur

 

Passeio de Maria Fumaça e a hora e meia de alegria, cultura…

 

O conjunto soma, aproximadamente, 300 toneladas: 90 da máquina e 30 de cada vagão. As caldeiras, carregadas apenas com água captada das chuvas, são acesas com achas de lenha. Durante o trajeto, o fogo é alimentado com briquetes formados por serragem compactada.

Desenvolvendo entre 20 a 30 quilômetros por hora, o consumo médio é de 4.000 litros de água e 900 quilos de briquete por passeio. O sucesso do Passeio de Maria Fumaça tornou a Giordani Turismo empresa preocupada em manter viva e preservada a cultura ferroviária.

Neste sentido, mantém o vagão de passageiros 215 restaurado em suas formas originais, inclusive com os assentos de madeira. Ele é sempre utilizado em produções para canais de vídeo, cinema e televisão. O mesmo acontece com a plataforma da Cidade de Garibaldi.

 

Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha
O Passeio de Maria Fumaça tornou a Giordani Turismo preservadora ferroviária, com vagão de passageiros, o 215, e plataforma da Estação da Cidade de Garibaldi em suas formas originais; ambos são sempre utilizados em produções de cinema e televisão

 

Passeio de Maria Fumaça e imagens com gostinho de quero mais

 

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Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha

 


 

O post “Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha” foi produzido por João Zuccaratto, jornalista especializado em turismo baseado na Cidade de Vitória, capital do Estado do Espírito Santo, em função da sua participação na edição 2018 do Encontro de Agentes de Viagem — Enbrav, a ser realizado de 4 a 7 de novembro de 2018, na Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Carlos Barbosa e Cidade de Garibaldi, ícones do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas situada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul, evento contando com o apoio dos seguintes empreendimentos e entidades: Adega Chesini, Associação Brasileira dos Jornalistas e Blogueiros de Turismo — Ajobtur, Associação dos Produtores de Vinhos Finos do Vale dos Vinhedos — Aprovale, Centro Universitário Uniftec, Dall’Onder Grande Hotel, Fra Paisagismo, Gérson Bem Gastronomia, Giordani Turismo, Jornal Cidades da Serra, Léo Hendges Fotografia, Rádio Cidades Serra, Rede de Supermercados Paolo, Restaurante Fenachamp, Restaurante Portuguesa, Roteiro Caminhos de Pedra, Salumeria Caminhos da Serra e Valmo Pedrosso Som e Luz. O jornalista teve apoio pessoal da Rede Ficare de Hotéis.

A repetição de diversas expressões ao longo do conteúdo do post “Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha” — como “Passeio de Maria Fumaça” — é intencional. Elas são as principais palavras-chave dos conteúdos. Colocá-las várias vezes na postagem faz parte das técnicas de Search Engine Optimization — SEO, ou otimização para ferramentas de busca. Ajuda a destacar o trabalho na lista apresentada quando se pesquisa com BingGoogle ou Yahoo!.

O post “Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha” pode apresentar erros. Se eles forem apontados, reeditarei o material com as correções.

Todas as fotos e imagens presentes no post “Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha” têm origem identificada. Se o autor de algumas delas discordar do seu uso, basta avisar que será substituída.

O post “Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha” foi publicado, originalmente, em www.turismoria.com.br, está republicado na Revista Receptiva, da Cidade de Bento Gonçalves, um dos ícones do turismo da Serra Gaúcha, região de montanhas localizada a Nordeste do Estado do Rio Grande do Sul.

O post “Passeio de Maria Fumaça, unindo Cidade de Bento Gonçalves, Cidade de Garibaldi e Cidade de Carlos Barbosa, é dos maiores atrativos do turismo da Serra Gaúcha” pode estar republicado nos seguintes endereços da Web:

• Jornal MG Turismo, da Cidade de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais;

• Blog do Jornal Passaporte, da Cidade de Belém, capital do Estado do Pará;

• Facebook do Jornal Cidade Sorriso, da Cidade de Porto Alegre, capital do Estado do Rio Grande do Sul; e,

• Jornal Turismo & Serviços, da Cidade de Vila Velha, litoral do Estado do Espírito Santo;

 

 

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