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Circuito Som nas Pedras leva mais cultura para o Cariri da Paraíba

Foi lançado nesta quarta-feira (14), no Espaço Cultural José Lins do Rêgo, em João Pessoa, o Circuito Som nas Pedras, que irá integrar atividades culturais, gastronômicas, artesanais e turismo de aventura em 10 municípios do Cariri paraibano, de 31 de agosto a 23 de novembro. Na solenidade, o secretário executivo de Cultura do Estado, Milton Dornellas, confirmou que o circuito terá mais quatro municípios em 2020: Patos, Ingá, Sumé e Tavares.

O Som nas Pedras originalmente foi criado em 2016, por iniciativa da ativista cultural Josivani Cahino. O nascedouro do projeto aconteceu em Monteiro e teve como inspiração Zabé da Loca, uma artista anônima que ganhou o mundo após ser descoberta pelo talento com o pífano, em 2003, quando já tinha 79 anos, a partir do Projeto Dom Helder Câmara, do então Ministério do Desenvolvimento Agrário.

O circuito é uma soma de atividades desenvolvidas por meio dos moradores de diversas localidades desses municípios e que faz girar a economia criativa. Durante o roteiro, cada cidade terá a oportunidade de mostrar os seus talentos culturais, mas, sobretudo, elementos como o artesanato, a gastronomia e, principalmente, o grande leque de atividades turísticas que podem ser praticadas na região, como o ecoturismo e o turismo de aventura.

De acordo com o secretário de Cultura, Damião Ramos, o Som das Pedras é um projeto que propõe a interiorização da cultura raiz, que é encarada de forma diferente nas grandes cidades. “A cultura é mais tradicional no interior do que nas metrópoles, porque tem mais intensidade”. Segundo Damião, nas grandes cidades, as raízes culturais são desenvolvidas em guetos que permitem a sua sobrevivência, a exemplo das culturas do Japão e da Itália.

Milton Dornellas destacou o envolvimento de todos os representantes das prefeituras inseridas no projeto cultural. Ele enfatizou que a cada reunião – foram seis ao todo – o entusiasmo passou a ser o combustível para novas ideias e trocas de informações. O secretário executivo afirmou, entretanto, que a visibilidade do circuito trouxe parcerias fortes, mas que é necessário não se colocar o carro adiante dos bois, porque ainda é preciso muito trabalho.

“O projeto tem parcerias fortes, e sabemos que isso é viável e um canal importante para desenvolvimento da economia. A médio e longo prazos o circuito certamente atingirá de forma positiva os setores de hotelaria, artesanato, culinária, transporte, agência de viagens, que devem aumentar o fluxo de pessoas nessas cidades”, pontuou Dornellas.

Municípios que aderiram ao Circuito Som nas Pedras:

Juru                       31 de agosto – Lameiro da Laje Grande 17h00

Teixeira                 02 de setembro – Pedra do Tendó – 16h30

Maturéia               07 de setembro – Pedra do Cabloco – 16h30

Monteiro               21 de setembro – Laje das Moças – 16h30

Princesa Isabel   05 de outubro – Pedra do Guiné – 16h30

Congo                     12 de outubro – Lajedo da Barriguda – 16h30

Cabaceiras            26 de outubro – Lajedo Salambaia – 16h30

Serra Grande       05 de novembro – Lajedo da Paixão – 17h00

Queimadas          16 de novembro – Caverna da Loca – Pedra do Vento – 16h30

Boqueirão            23 de novembro – Lajedo do Marinho, às 17h.

Fábio Cardoso

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