Embratur vai ao Chile para ampliar o turismo de negócios no Brasil

(foto: Pablo Peixoto/Embratur )

Santiago, Chile — Mesmo a milhares de quilômetros do território brasileiro, empresários da América do Sul vivenciam a cultura do país na Fiexpo Latinoamerica, uma das principais feiras de Negócios do continente. Para ampliar os números do turismo corporativo, que atraiu 237 eventos internacionais ao Brasil em 2017, a Embratur investiu na promoção de experiências visuais e gastronômicas, garantidas entre as visitas ao estande montado na Casa de Piedra, em funcionamento nesta terça (5) e quarta-feira (6/6).

Entre os 18 expositores, há representantes das principais potencias do turismo de negócios no Brasil, como Rio de Janeiro, São Paulo, Foz do Iguaçu, Fortaleza, Alagoas e Santa Catarina. O Amazonas, que aposta no crescimento paralelo deste segmento e do ecoturismo, também apresenta os aspectos convidativos dos principais pontos do estado. Para reforçar o diálogo com o mercado e o convite ao estande, as quatro primeiras cidades realizaram pequenas apresentações a 130 compradores internacionais pela manhã, durante um café.
No encontro, a presidente da Embratur, Teté Bezerra, voltou a incentivar a união de destinos dos continentes em planos de viagem. “O turismo de Negócios tem gerado cada vez mais visibilidade para a economia turística do nosso país. Portanto, apostamos na integração de roteiros de destinos dos países latino-americanos. A iniciativa amplia os ganhos de todos”, discursou.
Na Fiexpo, o bloco de 108 m² está decorado pelas cores verde e amarelo e por pequenos cubículos que guardam objetos de arte brasileiros. Entre os guichês, são oferecidos sabores conhecidos do país, como feijoada, pães de queijo e coxinha. À frente do estande, há um óculos de realidade digital, que mostra visões panorâmicas de destinos.
A ideia é que os visitantes se conectem ao Brasil enquanto recebem dados que comprovam o potencial dos estados, a exemplo de números da hotelaria e informações sobre espaços com capacidade para receber eventos de pequeno a grande porte. Apesar de ser a primeira potência do continente em relação ao turismo corporativo, o país ainda pode crescer a nível mundial, uma vez que ocupa a 16ª colocação no ranking global.

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